A palavra peeling vem do verbo em inglês `to peel` que significa descascar, esfoliar. Portanto, são procedimentos que consistem na esfoliação da pele, realizada por agentes físicos (mecanicamente) ou por agentes químicos (ácidos), levando à remoção de camadas superficiais da pele. Dessa forma, estimula-se à renovação celular, obtendo-se uma pele com aspecto mais viçoso e saudável. Os peelings podem ser divididos em superficiais, médios e profundos, de acordo com a camada da pele a ser removida.
Os peelings mais procurados e mais realizados são os peelings superficiais pois removem somente a epiderme, camada mais superficial da pele. Uma vez que um dos objetivos dos peelings é o clareamento da pele, o peeling superficial é o mais recomendado para tal fim pois a melanina (célula que dá cor à pele e que provoca manchas devido ao seu acúmulo incorreto) se deposita na camada basal da epiderme (última subcamada da epiderme) sendo desnecessário ir além pois há maior risco de complicações, como a hiperpigmentação. Por ter a recuperação rápida e a descamação menor, não há necessidade do afastamento das atividades. É indicado no clareamento das manchas, na melhora da textura e da oleosidade da pele, na acne. Pode ser realizado a cada 15 dias para um melhor resultado e pode ser realizado por fisioterapeuta,
Os peelings médios removem a epiderme e uma parte da derme. É um peeling um pouco mais agressivo podendo causar mais complicações do que um peeling superficial e pode ser realizado apenas pelo médico.
Os peeling profundos removem a epiderme e boa parte da derme e o tempo de recuperação é bem maior, podendo chegar a 30 dias. É um peeling que deve ser feito com muito cuidado e para indicações precisas. E pode ser realizado apenas pelo médico.
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